27 fevereiro, 2011

Manequim de Fevereiro 2011

Meninas, a revista manequim de 2011 está incrivel, modelos básicos e confortáveis, vale a pena conferir... e p quem gostaria de ter modelos vestidos pelas atrizes das novelas da globo as revistas Manequins são um cardápio cheio...


Conferir neste endereço...

Bjinhos...

Retornando de férias...


Segunda recomeço meu trabalho (que adoro)... as férias foram ótimas... uma semana na praia (mesmo c chuva semana td adorei)... e o restante em casa, lendo, bordando e jogando muito no facebook... tem alguns temas sobre moda, mas n esqueci os trabalhos de PSP ou Photoshop... ai vai uma dica dum blog muito lindo com Kits de Scraps delicadissimo, bem no estilo que gosto...e este kit dá demais

17 fevereiro, 2011

Alguns estilistas brasileiros

Esta é uma lista de estilistas brasileiros - Alguns estilistas ainda não tem suas biografias publicadas:

O que é ser Fashion

Como você já deve saber, "fashion”, é a palavra que significa moda em inglês. Ser fashion ou estar na moda, hoje, não é seguir à risca tudo o que se vê nas passarelas. É claro que elas indicam as tendências que estarão em evidência nas vitrines e no visual de personalidades. Contudo, é preciso ter bom senso na escolha da roupa adequada para seu tipo físico.

Qualquer peça que você for vestir deve lhe trazer conforto. Hoje encontramos uma grande variedade de opções em cores, modelos, tamanhos e preços, o que nos permite compor um figurino de acordo com o nosso corpo e o nosso gosto, sem deixar de estar na moda.

Combinar novas peças com as que já estão no seu guarda-roupa e abusar da customização, transformando peças usadas em peças novas são também ótimas dicas para criar o seu estilo.

Com tanta variedade, aposte na sua criatividade e capacidade de transformar as tendências em um modelo que tenha a sua cara. Ser Fashion hoje é ter estilo.

Uma retrospectiva da Moda

Retrospectiva da Moda

Anos 10 - Acontecimentos como a 1ª guerra mundial e a popularização do cinema mudo influenciaram a moda dos anos 10. Surgiu em 1913 o primeiro soutien, criado por Mary Phelps. As mulheres abandonaram os espartilhos e buscaram roupas simples e práticas. Em 1917, surgiu o primeiro tênis, chamado de ked´s.

Anos 20 - A mulher dos anos 20 se tornou mais independente e passou a usar vestidos mais curtos e mais soltos, deixando braços e costas à mostra. O foco de atenção eram os tornozelos. Os cabelos curtos e o uso do chapéu, que ficou menor e restrito ao dia, completavam o visual elegante daquela época e que ainda hoje encanta muita gente. O cinema exibia filmes com Rodolfo Valentino e Gloria Swanson. O jazz e o charleston animavam os bailes. No Brasil acontecia a Semana de Arte Moderna.

Anos 30 - A queda da Bolsa de Valores de Nova York em 1929 pôs fim a uma década de prosperidade e desencadeou uma crise econômica mundial. Poucos ostentavam roupas glamourosas. Até os vestidos de noite eram confeccionados com tecidos mais baratos. O comprimento das saias ficou mais longo e o corte mais reto e justo. A moda criou roupas adequadas para as atividades da época, os esportes e os banhos de sol. Então, surge o short e as sandálias se tornam mais populares. Os óculos escuros eram o acessório do momento. A butique, palavra que significa “já pronto”, vendia os primeiros produtos em série.

Anos 40 - Com o início da 2ª guerra mundial, novamente a moda reflete a difícil realidade daquela época. A compra de tecidos era controlada e materiais alternativos, como a viscose e as fibras sintéticas, eram utilizados para as confecções. O corte era reto, estilo militar. Os vestidos mais curtos. Os cabelos mais longos, muitas vezes presos, formando cachos. O chapéu tornou-se um acessório quase que obrigatório, enfeitado com flores ou véus. A maquiagem era improvisada com produtos caseiros. Durante este período, a produção de roupas em grande escala se desenvolveu e tornou-se uma maneira prática de estar na moda. Em 1946, surge o maiô de duas peças, isto é, o biquíni. Em 1947, com o final da guerra, Christian Dior lança o New Look: saia ampla, cintura marcada e saltos altos. A sofisticação e a feminilidade estavam de volta.

Anos 50 - Passado os tempos difíceis, as mulheres voltaram a usar trajes mais femininos: os vestidos eram rodados, a cintura bem marcada, o destaque era para o volume do busto e os acessórios luxuosos. Os sapatos eram de salto alto, tanto que em 1951 surgiu o salto agulha.

O cuidado com a aparência impulsionou o mercado de cosméticos. A moda era realçar os olhos com rímel, sombra e delineador. A tintura para cabelos e os alisadores começaram a fazer parte do cotidiano das mulheres. Os penteados podiam ser coques ou rabos de cavalo ou ainda cabelos mais curtos com franja. Esperava-se da mulher dos anos 50 ser além de bem cuidada, uma ótima dona de casa. A união da feminilidade e da sensualidade. Apesar da alta costura estar em grande evidência nesta época, cresce o setor de produção em massa, que promove o acesso de um número maior de pessoas as roupas da moda e as principais tendências. Com a chegada do Rock & Roll, a moda colegial surge para as meninas que além da saia rodada, usavam a calça cigarrete, os suéteres e sapatos baixos. Para os meninos, os jeans e o blusão de couro. A juventude surge como um mercado promissor.

Anos 60 - Nesta década os jovens estiveram em evidência. Em busca da liberdade de expressão, disseram não ao consumismo dos anos anteriores. As ruas inspiravam as tendências da moda. A cintura marcada foi deixada para trás. Era a vez dos vestidos mais soltos e retos, da calça cigarrete, dos “terninhos” e da minissaia, que foi a grande revolução dos anos 60. As perucas também tiveram seu destaque, produzidas em kanekalon.

Época marcada pelo movimento hippie: tecidos muito coloridos e com estampas geométricas. Os homens deixaram os cabelos crescerem. O guarda-roupa masculino apresentava modelos usados pelos Beatles, Roberto Carlos e mais tarde Mutantes. A moda não era mais única. Havia espaço para diferentes estilos. No final da década, o jeans e a camiseta se tornaram inseparáveis.

Anos 70 - Os anos 70 foram marcados pela dissolução dos Beatles, pelo avanço do feminismo, pela luta contra o racismo e pelo combate a censura. Estava na moda a mistura de composições e o não combinar de roupas. A utilização de cores, materiais e formas variadas herdadas dos anos 60 permaneceram. A calça boca-de-sino e os sapatos plataforma de salto bem alto é a imagem desta época que ficou na lembrança juntamente com o brilho e as cores dos “Embalos de Sábado a Noite”, da era disco.

Anos 80 - Nesta década o convívio de vários estilos – o sofisticado e o esportivo, o sensual e o divertido – parece ter dado o pontapé na idéia do “cada um faz a sua moda”. As cores eram cítricas e cheia de contrastes. Ao lado dos “yuppies” – jovens executivos que sonhavam com status, estavam os adeptos da geração saúde, que além de bem sucedidos preocupavam-se em ter um corpo bonito e saudável. Assim, na memória desta época estão guardados: a cintura alta, as ombreiras, a calça baggy, a manga morcego, as sandálias de plástico e também o moleton, a calça fuseax, as polainas, os collants e os mocassins. Outras tribos também marcaram esta época como o punk e o new wave. O tênis se tornou um calçado para qualquer momento, o tecido stretch é lançado e o jeans ganha status. As roupas de “marca” destacam seus logotipos e os shoppings se tornam grandes centros de compra.

Anos 90 - A moda nesta década seguiu de início a moda dos anos anteriores. Surge o jeans colorido e com o lançamento da blusa segunda-pele, que impulsionou o mercado de lingerie, as peças se tornaram mais coloridas e feitas para serem mostradas. No final dos anos 90, traços da moda dos anos 60 e 70 foram utilizados para criar novas tendências.

14 fevereiro, 2011

Pretinho Básico

Um vestido preto sugere sofisticação, poder e sensualidade. Um verdadeiro curinga no armário das mulheres, ele é tão básico que combina com praticamente tudo, o que lhe permite ser usado durante o dia com tênis, mochila e acessórios coloridos, ou à noite, numa produção mais elaborada.

O surgimento do que hoje chamamos de "pretinho básico" data de 1926, ano em que a revista "Vogue" publicou uma ilustração do vestido criado por Chanel - o primeiro entre vários que a estilista iria criar ao longo de sua carreira.

Antes dos anos 20, as jovens não podiam usar preto e as senhoras o vestiam apenas no período de luto.

A década de 30 começou com a grande depressão, resultado da quebra da Bolsa de Valores de Nova York, e terminou com a 2ª Grande Guerra. Além de estar fora de moda a ostentação, as mulheres estavam saindo para trabalhar fora de casa. Nesse cenário, as roupas para o dia tornaram-se mais sérias e o vestido preto se mostrou perfeito para a nova mulher que surgia.

Apenas em 1947 o vestido preto se transformou, ano em que o estilista francês Christian Dior lançou o seu New Look, um novo estilo de roupas, com cinturas apertadas e quadris avantajados, valorizando as formas femininas. O uniforme dos anos 50, que se espalhou pelo mundo, era um vestido preto, com golas e luvas brancas, usado com um colar de pérolas, sapatos coloridos e uma estola de pele. Acabou assim, junto com a guerra, o modo simples e econômico de se vestir.

O pretinho tornou-se realmente famoso nos anos 60 e início dos 70. Chique, usado por Jacqueline Kennedy, elegante e feminino no corpo de Audrey Hepburn, no filme "Bonequinha de Luxo", de 1961, cujo figurino foi criado pelo estilista francês Hubert Givenchy, e descontraído, feito de crochê, na pele da atriz Jane Birkin, em 1969.

Após a moda psicodélica da década de 70, a cor voltou para disputar poder com os homens, nos anos 80. Preocupadas com o sucesso profissional, as mulheres precisavam de uma roupa simples e elegante, que fosse a todos os lugares. Mais uma vez, o vestido preto se tornou a melhor opção.

Nos anos 90 ele continuou sendo uma peça básica do guarda-roupa feminino, feito com os mais diversos tecidos, do modelo mais simples ao mais sofisticado, usado em todas as ocasiões e em todos os horários. Por tudo isso o vestido preto se tornou o grande clássico do guarda-roupa feminino, aquele que garante as duas características básicas ao mesmo tempo - simplicidade e elegância.